domingo, 21 de agosto de 2016

Minha experiência olímpica


Há sete anos começava a experiência olímpica brasileira, desde que o Brasil foi escolhido como sede da edição de n.º 31 dos Jogos Olímpicos da Era Moderna.
De lá pra cá, muito investimento, problemas de execução, incapacidades de gerenciamento e até mesmo o medo de não conseguir sediar um evento de tal magnitude. Disso resultou um esforço de todo o Brasil, desde os governos até os voluntários e patrocinadores.


No dia que o Brasil foi anunciado como país-sede, tendo como epicentro a cidade do Rio de Janeiro, eu torci para que tivesse condições de participar dos Jogos Olímpicos, do jeito que fosse. E com a proximidade, veio a preparação financeira para isso. Daí, com a abertura da venda de ingressos olímpicos, a perspectiva de participar estava à frente. Comprei ingressos e veio a oportunidade de participar mais efetivamente do evento.


A possibilidade de conduzir a chama olímpica se abriu à minha frente, junto com minha mãe Socorro Rodrigues, indicados como condutores desde o ano de 2015, notícia secreta que guardei com ela a sete chaves. E não é que deu certo? Mesmo sendo ofendido em parte por quem jamais entenderá o que houve, aceitei a indicação e completei a tarefa de justificar o motivo desse mérito, sem desconsiderar as mazelas sociais do Brasil, mas creditando a esse presente um fôlego a mais: de novo o de ser bragantino e ter algum motivo de sorrir e de fazer bonito, pelo melhor do mundo.


Conduzir a tocha olímpica em Belém foi indescritível. Para mim, um privilégio. Recordei, entre tantas emoções diferentes, os que já conduziram o mesmo símbolo pelo mundo em vários tempos, mas a imagem de Muhammad Ali, doente com Parkinson, acendendo a pira olímpica nos Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996, foi a que mais invadiu o meu pensamento, não só pela superação, mas pelo exemplo daquele desportista, que se tornou um dos símbolos de lutas pelos direitos civis e contra a desigualdade e o racismo. A minha tocha, a de n.º 018, do dia 44 do revezamento, ficará entre minhas relíquias mais valiosas, que pude partilhar com tantos que vieram até em casa ver e fotografar esse símbolo. E a amizade do grupo n.º 01 do revezamento ficará entre as tantas já construídas.


Ver minha mãe Socorro conduzindo uma tocha olímpica, por seu exemplo de mãe e mulher, foi dignificante e emocionante. Uma superação também de dentro de casa, exemplada naqueles 200 metros mais longos da vida dela, tudo devidamente registrado na memória e nas imagens que guardarei para sempre. Foi realmente um momento digno de aplauso e das lágrimas incontidas. Não posso deixar de mencionar o outro bragantino, o chef Ophir Oliveira, que também conduziu a chama olímpica em Belém, somando-se assim três bragantinos nesse circuito.


Depois foi planejar a ida ao Rio, escolher um bom local, comprar passagens e participar da emoção de viver no Brasil a experiência olímpica. Alessandro me ajudou lá de São Paulo. A internet também. E tudo foi até mais barato do que imaginei ao princípio. Fiquei hospedado num hostel bacana a uma quadra da famosa praia de Ipanema (que indico aos amigos que por lá quiserem ficar, o Terrase Hostel Ipanema).


Vi de perto muitas mazelas sociais do Rio de Janeiro, mas percebi ainda quão criativo, acolhedor e esforçado é o povo brasileiro. Sabe receber bem quem vem de fora, esforça-se ao máximo pelo que deseja e faz festa, mesmo com tantos problemas a enfrentar, de todas as ordens. Conheci muita gente... muita gente da gente do mundo.
Ao chegar ao Estádio do Maracanã, completamente tomado horas depois, para a Cerimônia de Abertura, fui tomado da mesma emoção de Belém. Aquela cerimônia, elogiada pela mídia nacional e internacional, foi o nosso 7 x 1 (engolido forçosamente na derrota da Copa do Mundo de 2014) devolvido à La Brasil. Os artistas e desportistas que se apresentaram e representaram o Brasil e o Rio de Janeiro deram o tom daquela abertura das Olimpíadas do país tropical. Acompanharam-me na emoção Arthur, Cláudia e Patrícia ao meu lado.




Muitas cenas da abertura ficarão eternizadas na memória. Desde Gisele, musa, desfilando ao som de Garota de Ipanema, até o lindo e apoteótico momento do acendimento da Pira Olímpica, tudo estava magistral. O contar de uma história do Brasil – mesmo com tanta controvérsia – foi lindo, com índios, negros e mestiços fazendo a nação brasileira, trazendo mais alegria e cor ao mundo. Inesquecível pelo brilho e orgulho nacional diante do mundo, com o voo do 14-Bis de Santos Dumont ou as cores brasileiras, ao som das escolas de samba do Rio de Janeiro.
Regina Casé até ensaiou com a plateia uma espécie de “Treme-Treme” bem paraense. Emocionante pelo que fizemos enquanto cidadãos a defender – repito, com todas as mazelas e encarando a corrupção do golpe – um importante marco para o Brasil, mesmo com a favela pensada por Fernando Meireles. Para guardar no coração para sempre, como tantas belas lembranças de uma vida, após a narração de estrelas como Fernanda Montenegro e Judi Dench.


Depois, os jogos, as arenas, o parque olímpico, o contato de perto com muita gente do esporte me fez pensar o quanto ainda temos que vencer desafios para galgar passos mais largos em pódios e destaques. Precisamos “medalhar” na Educação e na confluência entre o desenvolvimento de estratégias educativas e esportivas conjuntamente, aliado à cidadania, à luta contra a corrupção que nos golpeia (em sentido literal), ao aumento dos investimentos para atletas (como os programas que nasceram no governo Lula), o reconhecimento de nossas limitações, a melhoria do quadro das federações esportivas, a ampliação e proliferação de centro de treinamentos pelo país (mudando o eixo) para atender a tantos talentos que ficam muitas vezes na invisibilidade.



Assistindo aos esportes dentro daquela semana no Rio de Janeiro, a torcida foi o que mais encantou, com todas as características do povo brasileiro, que grita, que sofre, que celebra, que também xinga, mas que sobretudo sabe viver as emoções proporcionadas pelo esporte. No futebol, torcendo contra rivais históricos a todo custo. Na natação, assisti a quebras de recordes. Na ginástica artística, fiquei impressionado com tudo. Nos cantos onde fui e naquilo que vi tudo estava sempre no estilo brasileiro, com a cara do Brasil. Nada esteve escondido (a não ser naquilo que foi acertado para ser escondido), incluindo os graves problemas de exclusão do Brasil nos exemplos cariocas.


Visitei ainda pontos turísticos do Rio, como o majestoso Cristo Redentor (onde prometi voltar), a praia de Copacabana, o Pão de Açúcar, a Lapa, o Boulevard Olímpico, a Candelária, centro comercial entre tantas idas e vindas. Não consegui ir a um morro ou favela, pois realmente não deu tempo. E numa pausa de Olimpíadas, assisti ao espetáculo Amargo Fruto, produzido pela amiga e também bragantina Vitória Furtado, que me recebeu emocionada no Teatro Carlos Gomes, junto com seus familiares.



E após esses 17 dias, uma parte vivida lá no Rio de Janeiro, outra assistida pela televisão, com a cerimônia de encerramento, que acabou de acontecer, voltei a me emocionar ao sentir-me parte desse momento. Recebi com Mamãe, por último, um certificado de participação (com o nome Dário Benedito da Silva) como condutor oficial da chama olímpica, que fará parte desse momento e daqui por diante.



O mundo que voltou os olhos ao Brasil nestes últimos 17 dias volta a girar em seu eixo, mas o legado das Olimpíadas deve ficar, como exemplo de não nos conformarmos somente com tudo o que o esporte ganhou em medalhas, mas como ponto focal para buscarmos uma maior dignidade cidadã para todos, dos pequenos aos mais velhos, lutarmos contra as desigualdades e fazermos um país que respeite mais seu povo. Por agora, cabe um olhar do mérito do evento, assim como uma reflexão sobre o que ele representou e sobre como cada um de nós, do seu jeito, teve a sua experiência olímpica.





As Olimpíadas encerraram ao som do mais genuíno samba brasileiro, com uma homenagem apoteótica à cultura brasileira coordenada por Rosa Magalhães e com a emoção que de novo tomou conta do Maracanã, um dia após o Ouro inédito do futebol do Brasil. A Pira Olímpica se apagou com água, como exemplo de renovação. Os aplausos e méritos recebidos – por autoridades civis, esportivas e milhares de voluntários – encerraram o momento. E a passarela do Maracanã ficou pequena para tanta festa e para tanto colorido, avermelhado pela próxima cidade anfitriã – Tóquio. Talvez tenha saído tudo como foi planejado, mas falta mais ao nosso Brasil brasileiro, que não pode ser só a pátria do jeitinho e a terra de samba e pandeiro.


Agora é  celebrar os Jogos Paralímpicos do Rio 2016, em setembro e para os atletas mais que especiais. E mesmo apesar de todos os pesares, viva o Brasil! Aquele abraço...

Fotos: Acervo pessoal e dos sites dos Jogos Rio 2016 e site Olympics.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Nomeado novo Bispo Diocesano de Bragança, Dom Jesús Berdonces


Dom Luís Ferrando divulgou carta na manhã de hoje, dia 17 de agosto, da nomeação oficial feita pelo papa Francisco que designou o espanhol Dom Jesús María Cizaurre Berdonces, de 64 anos, como novo Bispo Diocesano de Bragança do Pará. Ele atuava como primeiro bispo da recente (até então Prelazia) Diocese de Cametá, criada ainda no papado de Bento XVI, em 06 de fevereiro de 2013.


Jesús María Cizaurre Berdonces é espanhol, nascido em 06 de janeiro de 1952 na pequena cidade de Valtierra, província autônoma de Navarra, com cerca de três mil habitantes, pertencente à Arquidiocese de Pamplona y Tudela (Espanha).

Estudou o curso elementar em Olabierra, Guipúzcoa, na Espanha. Em 1964, ingressou no seminário da Congregação dos Agostinianos Recoletos em Martuterne. De 1968 até 1971 estudou Filosofia no Seminário de Santa Rita (pertencente à ordem), em San Sebastián e entre 1972 e 1976, cursou Teologia em Buen Consejo, Granada, onde terminou o bacharelado.

Professou votos religiosos na Ordem dos Agostinianos Recoletos em 10 de setembro de 1972 aos 20 anos de idade, sendo ordenado sacerdote em 26 de junho de 1976 na mesma cidade.
Chegou ao Brasil e ocupou as funções de:
- Vigário paroquial em Portel, na Prelazia do Marajó, entre 1977 e 1978;
- Vigário em Afuá, no Marajó, entre 1978 e 1986;
- Vigário paroquial de Salvaterra, no Marajó, entre 1986 e 1987;
- Superior da missão e Reitor do Seminário de Soure, no Marajó, entre 1987 e 1990;
- Vice-prior e formador na Casa Nossa Senhora da Saúde, em São Paulo, entre 1990 e 1994;
- Pastor e vigário paroquial em São José de Queluz, em Belém, entre 1994 e 1997;
- Vigário provincial da congregação no Brasil, entre 1997 e 2000;

Foi nomeado bispo da Prelazia de Cametá em 23 de fevereiro de 2000, sendo sagrado solenemente em 07 de maio do mesmo ano. E em seguida assumiu a Diocese de Cametá, no Pará. Seu lema episcopal é Pax et Fides (Paz e Fidelidade, em português). Em 2007 foi eleito presidente do Regional Norte II da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), onde já havia exercido os cargos de Secretário e Vice-Presidente.

Dom Luís Ferrando, cuja renúncia já havia sido enviada e foi aceita pelo Papa Francisco, ainda ficará na função de Administrador Apostólico da Diocese de Bragança, servindo também como novo Bispo Emérito e pediu que a comunidade reze e acolha o novo bispo.

Foto e Fonte: Diocese de Bragança, sites e CNBB.

sábado, 30 de julho de 2016

À memória de meu avô, Manoel Paes Rodrigues por seus 100 anos


Meu avô Manoel Paes Rodrigues, também conhecido como Manoel Baxeira, completaria hoje 100 anos se vivo estivesse. Entre nossa família deixou um exemplo de trabalho e dedicação, ainda muito presente em todos nós, por sua austeridade, sua palavra sempre firme e seu senso de responsabilidade com tudo o que o envolvia.
Manoel era o terceiro filho (e como eu, também do meio!) de Raimundo da Costa Rodrigues e Ana Paes (Ramos) Rodrigues, nascido em 31 de julho de 1916. Casou-se por duas vezes. A primeira vez com a jovem Felícia de Oliveira Rodrigues, com teve seis filhos: Benedita (in memoriam), Ana, Benedito Lázaro, Zelina, José e João. Com Joana Dolores Rodrigues, sua segunda esposa e minha avó, teve oito filhos: Socorro (minha mãe), Mariano (in memoriam), Nonato, Paulo, Maria Alice (in memoriam), Pedro, Domingos Sávio (in memoriam) e Zacarias.
Faleceu na manhã do dia 07 de abril de 1998, em Belém, sendo velado na Igreja de São Benedito, seu santo de devoção particular e sepultado no Cemitério Santa Rosa de Lima, entre os seus pais, avó e familiares, na sepultura de n.º 01.
Hoje recordo com saudades a memória de 100 anos de sua vida, renovando publicamente minha gratidão por tudo o que ele significa e por ter nos protegido de quem nos ameaçou dividir, de ter sido corajoso e enfrentar tantas dificuldades, do seu jeito e com a sua personalidade forte e decidida.
Um avô mais que pai. Além de suas características, físicas e morais, tenho nele o espelho de um pai que não deixou nada faltar à sua família, que se esmerou por tudo o que ela representava, mesmo com as limitações que teve. Seus ensinamentos eram bem silenciosos, baseados muitas vezes, no olhar e na observância ao respeito e à postura diante da vida. E disso eu tenho muito orgulho e só posso render graças à vida por ter me dado o privilégio de conviver com ele, de lembrá-lo e de respeitar sua memória.
E no alto de seus 81 anos, mesmo com problemas de saúde e idade, ele manteve o caráter patriarcal de nossa família, auxiliando-nos a entender a vida, mantendo a religiosidade e a devoção a São Benedito, com inúmeros exemplos que deixou. Em minha memória estarão sempre os muitos momentos com meu avô desde o tempo de infância até quando ele partiu, quando eu tinha 21 anos. E levarei essa recordação sempre comigo.
Com essa saudade firmo o propósito de sempre me recordar dele nos momentos em que a vida exigir, erguendo a cabeça e seguindo em frente. Sua vida pôde não ter sido centenária, mas sua memória hoje se torna um pouco mais do que a vida.


Te amo vovô, hoje e sempre! Esteja em paz com Deus. Teu neto, Dário.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Homenagem a Constâncio Nery Figueiró , in memoriam *18.09.1930, +16.06.2016

O Lions Clube de Bragança expressa seu mais profundo pesar pela partida de nosso CL Constâncio Nery Figueiró, associado fundador desde 1969, presidente por diversas gestões, grande incentivador e monarca do Leonismo, em Bragança, no Pará e no Distrito LA-6.




Presidiu com pujança o Lions Clube de Bragança nos Anos Leonísticos 1983-1984, 1996-1997, 1997-1998, 2006-2007, 2007-2008 e 2014-2015, sua última gestão. CL Figueiró também incentivou e presidiu a fundação do LEO Clube de Bragança em 1997, apoiando a organização da Juventude Leonística, com seus filhos Jorge e Flávio Figueiró.




Casado com a CaL Maria Salete Figueiró, desenvolveu em família e no seu círculo de amizades um laço de amizade, companheirismo, paixão e amor pelo Leonismo, uma das marcas de sua trajetória de vida.






Conseguiu como poucos aliar os seus trabalhos em diversos setores e segmentos da vida empresarial, comercial, na carreira maçônica, num exemplo de abnegação, solidariedade e dedicação, como voluntário em diversas frentes, ajudando a constituir diversas e grandes obras, marcas de sua personalidade.
Doou o terreno onde está erguido o Centro de Educação Profissional do SENAI Bragança, em 1986. Construiu com os associados Leão e sob a presidência da CaL Maria José Athayde de Brito (primeira mulher a presidir o Lions Clube de Bragança) a Sede Casa do Leão, vindo a tornar-se um de seus maiores administradores, como Diretor de Patrimônio.





Ajudou na consolidação do extinto Círculo Operário de Bragança, na construção de sua sede e na fundação do atual Instituto Aurimar Araújo, no mesmo local, incentivando a formação de talentos musicais da Juventude bragantina.
Na Loja Maçônica Conciliação Bragantina foi um baluarte, sendo um dos maçons com trajetória exemplar e modelar, ingressando diversos senhores na família maçônica de Bragança e no Pará, em diversas lojas.
Fundou e presidiu por primeiro o Clube da Melhor Idade Pérola do Caeté, o Grupo de Idosos Sempre Unidos (GISU) e apoiou a formação da Escola Maria Augusta Vasconcelos de formação complementar em prendas do lar. Ajudou com diligente serviço e dedicação a administração e consolidação da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Bragança e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), com apoio e guarida por vários anos na extinta Panificadora Modelo. Era membro voluntário, com sua esposa Salete, da Pastoral da Criança de Bragança, da Fazenda da Esperança, dentre tantas outras obras de sua abnegada colaboração.






Faltam-nos palavras para expressar tamanho pesar e, devastados por imensa e irrecuperável perda, nós do Lions Clube de Bragança externamos nossas condolências à família enlutada, em nome de nossa querida Salete Figueiró, de Belmira Figueiró, Flávio e Jorge Figueiró (os dois últimos, ex-Associados LEO) e com nossa memória eternizamos a vida de Constâncio Figueiró entre nós, desde os menores fatos até as mais altas provas de sua lealdade, compromisso social, dedicação exemplar e por tanto feito por Bragança, pelos mais carentes e em tudo o que realizou e empreendeu.





Ficará para sempre uma saudade que será em parte recoberta pelo horizonte da vastíssima folha de serviços prestados no seio do Leonismo e em tudo o que nosso CL Constâncio Figueiró participou, sempre enfrentando dificuldades, mas demonstrando o orgulho de ser Leão, a honradez de ser maçom, a alegria de compartilhar momentos de luta e alegria, a pujança de seu incansável labor e agora e memória que fica guardada como patrimônio inconteste de um homem simples, de personalidade forte e determinada, mas de um amor incansável pelas causas que defendeu.




Descanse em paz, bravo guerreiro! Que Deus, nosso Senhor, lhe receba em seus braços e com seu abraço paterno lhe conceda misericórdia e acolhimento. E a nós, confortemo-nos uns aos outros, junto à sua família, irmãos, filhos e filhas, netos, enteados, sobrinhos, correligionários, funcionários, irmãos maçônicos, associados Leão e cidadãos bragantinos que lembrarão para sempre de tudo o que deixaste de uma história de amor pela vida, de força e de luta pelo melhor do mundo.
Um beijo no seu imenso coração CL Figueiró!
Adeus, não! Um até breve, grande companheiro.

Em nome de teus companheiros Leões e LEOs de Bragança,
Dário Benedito Rodrigues